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Menopausa : sinais de que ela chegou


Menopausa :  sinais de que ela chegou

Definição
Menopausa é o término dos fluxos menstruais da mulher, sendo confirmado com a ausência de menstruações por um período de 12 meses consecutivos, na falta de outras causas conhecidas, ou quando os ovários são removidos ou seriamente danificados. É um evento natural pelo qual passa toda mulher e que marca o final da fase reprodutiva ou fértil. Associa-se com funcionamento reduzido dos ovários e, conseqüente, menor produção dos seus hormônios, principalmente o estrogênio.

Climatério a fase que representa a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo, englobando, portanto, a menopausa. Tem duração variável entre as mulheres, iniciando-se com mudanças dos hormônios ovarianos e daqueles que os regulam. Durante a transição da idade fértil para a pós-menopausa, a mulher experimenta mudanças físicas. A maioria dessas mudanças é normal, mas outras podem estar relacionadas a doenças.

Tipos
É chamada de menopausa natural quando o término da menstruação é espontâneo, não causado por qualquer intervenção médica, ocorrendo entre 40 e 55 anos para a maioria das mulheres. Menopausa induzida é aquela causada pela retirada cirúrgica dos ovários ou por tratamentos de quimioterapia ou radioterapia, desde que causem danos sérios e irreversíveis aos ovários. Menopausa precoce é aquela que ocorre antes dos 40 anos, de maneira natural ou induzida.

Diagnóstico
O diagnóstico é clínico, confirmado pela análise da história e das queixas da paciente, sendo as ondas de calor e as alterações menstruais os sintomas mais comuns do climatério.

Já o diagnóstico da menopausa é feito um ano após a última menstruação. Embora, na maioria dos casos, as dosagens hormonais não sejam necessárias, quando há dúvida ou suspeita de outra causa para os sintomas, testes hormonais podem ser realizados.

Menopausa : sinais de que ela chegou

Sintomas
Os achados mais comuns no Climatério são:

– Ciclos menstruais irregulares, com encurtamento ou prolongamento do intervalo, diminuição ou aumento da duração e da quantidade do fluxo e presença de alguns episódios de sangramento intermenstrual. Iniciam-se entre quatro a oito anos antes da menopausa para 90% das mulheres, embora algumas possam ter sua última menstruação sem qualquer alteração prévia.

– Ondas de calor ou “fogachos”, caracterizados por episódios de rubor e sensação de calor, atingindo face, pescoço e tronco. Podem ser acompanhados de aceleração dos batimentos cardíacos e transpiração aumentada, seguida de calafrios e, em alguns casos, ansiedade. Quando ocorrem à noite podem interferir no sono e levar a suores noturnos. O sono inadequado, por sua vez, pode causar fadiga e irritabilidade.

Alguns calores têm intensidade leve e são facilmente toleráveis, enquanto outros são bastante perturbadores. A maioria das mulheres experimenta esses sintomas por três a cinco anos, não sendo possível prever, porém, quando vão terminar.

– Insônia, especialmente associada às ondas de calor durante a noite.

– Sintomas psíquicos, como instabilidade do humor, depressão, ansiedade e diminuição da memória. São queixas comuns das mulheres maduras, embora não haja comprovação científica de associação com a menopausa. Mulheres entre 40 e 50 anos freqüentemente experimentam mudanças dos conceitos que têm de si mesmas, da auto-estima e da imagem corporal.

Em uma sociedade que valoriza a juventude, o momento da menopausa pode coincidir com outros fatores de estresse. Embora os problemas psíquicos não sejam causados pela menopausa, eles podem surgir ou crescer durante essa fase da vida.

– Decréscimo do desejo sexual, comum em ambos os sexos com o decorrer da idade. O declínio hormonal da menopausa pode contribuir para alterações na função sexual; porém o grau de impacto vai variar de mulher para mulher e muitas continuarão sexualmente ativas na pós-menopausa.

A menopausa usualmente ocorre no momento em que as mulheres experimentam mudanças na aparência física e, aquelas que as aceitam e mantêm uma perspectiva positiva dos seus corpos têm um senso maior de auto-estima, contribuindo para a saúde sexual.


– Alterações genitais, com diminuição de espessura da mucosa que recobre a vagina e a vulva, assim como menor capacidade de lubrificação e perda de elasticidade local, condição denominada atrofia. Essas alterações irão se tornar mais intensas e incômodas alguns anos após a menopausa.

– Sintomas urinários, como incontinência urinária, aumento da freqüência e infecções urinárias. Esses sintomas são comuns na idade madura e podem ser parcialmente afetados pela menopausa. A falta de estrogênio causa afinamento da mucosa da uretra e a idade leva a enfraquecimento dos músculos pélvicos.

– Dores de cabeça, ocorrendo mais comumente nas mulheres previamente sensíveis a flutuações hormonais. É freqüente, portanto, naquelas com antecedente de dor de cabeça relacionada ao período menstrual ou quando em uso de anticoncepcionais orais.

– Mudanças da pele e da pilificação. Diminuição dos níveis de estrogênio na menopausa ajudam a diminuir a espessura das células e a presença de colágeno na pele, que se torna mais fina e seca com o tempo. Pode haver aumento proporcional dos hormônios masculinos e da pilificação (surgimento de pelos) em áreas como bochechas, queixo e acima dos lábios.

– Doença cardiovascular, com elevação dos riscos de infarto, derrame e trombose em duas a três vezes em relação a mulheres na pré-menopausa e aumento contínuo dos riscos ao longo dos anos.

– Osteoporose, com elevação dos riscos de fraturas em vértebras, quadril, costelas e extremidades, podendo ter graves conseqüências. Embora a perda óssea inicie-se lentamente aos 30 anos, no sexo feminino há aceleração dessa perda durante os primeiros anos após a menopausa.

Tratamento

A necessidade de tratamento baseia-se na intensidade dos sintomas de curto prazo e no risco para doenças em longo prazo (osteoporose, doença cardiovascular). Diferenças significativas são observadas entre mulheres com menopausa natural e aquelas com menopausa precoce ou induzida, as quais costumam requerer cuidados específicos. No entanto, independente dos sintomas, todas as mulheres no climatério devem ter acompanhamento médico.

Medidas gerais são sempre recomendadas, dentre elas, manter peso adequado, consumir dieta rica em cálcio e vitamina D e pobre em gorduras saturadas (animais), evitar cigarro e consumo excessivo de álcool ou cafeína, fazer exercícios regularmente (aeróbios, com sobrecarga de peso e de flexibilidade), controlar a pressão arterial, evitar ou tratar o diabetes, reduzir o estresse e controlar colesterol e triglicérides.

O tratamento medicamentoso é individualizado e a necessidade ou indicação de terapia hormonal deve ser discutida com o médico de acordo com os sintomas e doenças presentes, assim como as contra-indicações e os efeitos colaterais das medicações.

A terapia hormonal pode ser realizada com estrógeno isolado ou com estrógeno + progestágeno, por meio de diferentes vias, com comprimidos, injeções, adesivos ou géis, sprays inaláveis ou cremes vaginais, buscando-se efeito local (via vaginal) ou sistêmico (demais vias).

Quando instituído o tratamento hormonal, há melhora das ondas de calor, da atrofia genital e da perda óssea. Deve-se, porém, levar em consideração a possível elevação do risco para doença cardíaca, derrame, trombose vascular e câncer de mama com seu uso prolongado.

Algumas contra-indicações para o uso de hormônios são: antecedente de câncer de mama, sangramento uterino de causa desconhecida, doença hepática grave ativa, antecedente de trombose venosa e presença de doença cardiovascular.

Os efeitos colaterais do uso de terapia hormonal podem ser: sangramento uterino, dor mamária, náusea, distensão abdominal, dor de cabeça, tontura, retenção de líquidos e alteração do humor.

A prescrição de fitoestrogênios (“hormônios naturais”), como a isoflavona, embora pareça melhorar as ondas de calor em alguns casos, carece de informação científica substancial para confirmar sua eficácia e sua segurança.

É verdade que todas as mulheres passam pela menopausa, cada uma de maneira única, e terão um terço da sua vida na pós-menopausa. É benéfico, portanto, buscar com seu médico os ajustes terapêuticos para cada caso, reavaliados com freqüência, de acordo com os avanços científicos e com as mudanças do estilo de vida.​

Fonte : hospital albert einstein

Este é um blog de noticias , curiosidades e tratamentos caseiros , ele não substitui um especialista.Consulte sempre seu médico.

3 comentários em “Menopausa : sinais de que ela chegou

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    Tenho 41 anos,ja tive dois abortos
    Tenho pressao alta,tiroíde,um um miominha
    Ha 6 meses meu corpo ta muito estranho
    Sinto muitas dores no seio
    Meu corpo esquenta todo dia,meus pes e minhas maos ficam gelados
    E o corpo muito quente
    Onde moro ta sem GO
    POR FAVOR ME AJUDEM??

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      Olá Eliana , este blog não se destina em nenhuma hipótese a dar diagnósticos ou sugerir tratamentos , peço que consulte profissionais da área da saúde para te ajudar com isso .

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