Gengibre – Benefícios riscos e contraindicações


Gengibre Raiz poderosa para perder peso e turbinar a queima de gordura corporal, virou febre em dietas para emagrecer. Isso porque ele é um termogênico natural que acelera o metabolismo e ajuda mesmo quem quer perder medidas, além de ser um aliado contra as celulites e, de quebra, aumentar a imunidade e evitar doenças. Porém, para algumas pessoas, ele pode não ser tão bom assim. Para saber se você pode consumir, é preciso conhecer os riscos do gengibre antes de incluí-lo no seu cardápio.

Comer muito gengibre pode fazer mal?
É verdade que comer gengibre em excesso pode trazer alguns problemas. Segundo a nutricionista Alessandra Carneiro, uma quantidade exagerada por dia pode causar desconforto estomacal, provocar gases e dificultar a digestão. Contudo, a especialista garante que não há risco de problemas mais graves para pessoas saudáveis. “Quem não tem problemas de saúde e consome muito gengibre pode até sentir algum tipo de mal estar no estômago, mas não deve passar disso. Ninguém passa mal por comer muito da raiz”, garante. O indicado por especialistas é consumir algo em torno de dois pedaços de cerca de 3 cm diariamente. Essa medida equivale a cerca de duas colheres de chá do gengibre ralado.

Gengibre aumenta a pressão?
Quem sofre de pressão alta não deve consumir gengibre. “Hipertenso não pode de jeito nenhum. O alimento acelera o metabolismo e aumenta a vasodilatação, o que pode causar um descontrole da pressão arterial que pode ser perigoso”, alerta Alessandra, que afirma que mesmo quem toma medicação e tem o problema controlado não deve consumir. Ainda de acordo com a profissional, essa alteração na pressão só é prejudicial a quem é hipertenso. Para pessoas saudáveis não há perigo em ter o metabolismo acelerado com o gengibre, pelo contrário, é um alimento aliado da saúde e da dieta que deve estar presente no cardápio.

Gengibre na gravidez


Outra dúvida muito comum é se grávida pode comer gengibre. A raiz é contraindicada para gestantes, principalmente nos três primeiros meses de desenvolvimento do feto, porque possui efeito abortivo. Mesmo depois desse período, deve existir muita cautela e o melhor é não consumir. “Mulheres têm tendência a desenvolver pressão alta na gravidez, que é chamada de eclampsia. Como o gengibre aumenta a pressão, pode acabar favorecendo esse quadro. Por isso, é sempre melhor não comer. Não há necessidade de provocar um problema”.

Benefícios do gengibre para quem pode consumir
Se você não está no grupo de risco – não é gestante ou hipertensa – e quer consumir gengibre, conheça os benefícios dessa raiz abaixo e descubra como ela pode transformar o seu corpo. Queima toxinas – ele estimula as enzimas do fígado a trabalhar e eliminar toxina. Quando isso acontece, o sinal da saciedade vem muito mais rápido, deixando a pessoa mais satisfeita e evitando comer demais.
Tem ação termogênica – Quanto menos toxina, a célula trabalha melhor, deixando o metabolismo acelerado e apressando a queima de calorias. Isso faz com que a pessoa perca essas medidas mais facilmente ao longo do dia.

Combate a celulite – É o grande truque para quem odeia as marquinhas pelo corpo. “Ele tem ação anti-inflamatória que ajuda muito a manter a pele lisa e sem celulite”, conta a nutricionista Flávia Cyfer. Afasta gripes e resfriados – “Ele é um dos melhores anti-inflamatórios naturais que existem. Tem forte ação na imunidade e permite abreviar várias doenças de caráter inflamatório, além de evitar doenças cardiovasculares, diabetes e outras”, também conta Flávia Cyfer. Diminui gases – A sugestão da nutricionista é para que, quando abusar de comidas que estimulam a formação de gases (como o feijão), colocar gengibre na salada.

Diminui o enjoo – Isso significa que pode ser aliado de quem anda de navio e pode sentir o incômodo do balanço do mar. Pessoas com tendência ao enjoo em viagens de carro ou ônibus também podem optar pela raiz. Aumenta a libido – Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele “estimula a lubrificação feminina e prolonga a função erétil devido a sua ação estimulante no sangue”.

Fonte