Infarto – As mulheres enfartam diferente dos homens fique atenta


De fato, as mulheres afetadas por um infarto correm mais risco de morrer do que os homens.

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As mulheres sofrem de infarto diferente dos homens

Os ataques cardíacos afetam as mulheres de maneira diferente dos homens, de acordo com os resultados de um estudo publicado em uma revista médica. A taxa de mortalidade entre mulheres que sobreviveram a um infarto agudo do miocárdio (IAM) excede a dos homens.

Pesquisadores da Universidade Técnica de Munique (TUM), na Alemanha, conduziram um estudo com 4.100 participantes para avaliar doenças cardíacas em homens e mulheres.

Os resultados do estudo revelaram que, no ano seguinte a um ataque cardíaco, as mulheres eram 1,5 vezes mais propensas a morrer, em comparação com os homens no mesmo caso clínico.

A equipe de pesquisadores, portanto, incentiva os profissionais de saúde a acompanhar mais de perto as mulheres que sofreram um ataque cardíaco, principalmente no primeiro ano após o ataque.

Os médicos responsáveis ​​pelo tratamento devem estar plenamente conscientes da situação social dessas mulheres e tentar dar-lhes apoio. Especialmente quando há sinais de depressão.

Infarto em mulheres – Nem sempre são iguais aos dos homens e podem não ter nada a ver com dor no peito.

As diferenças entre homens e mulheres

O estudo destacou vários tipos de diferenças entre homens e mulheres.

De fato, o homem seria mais propenso ao infarto do miocárdio, bastante simples de tratar, aumentando a artéria sanguínea bloqueada. As mulheres são mais propensas a serem afetadas por doença arterial coronariana difusa, que é mais complicada de tratar com cirurgia.


Em geral, os ataques cardíacos ocorrem mais tarde, dez anos após os homens afetados, e nas mulheres frequentemente afetadas por outras patologias, como diabetes ou depressão, o que parece ser um fator de risco.

Os pesquisadores também observaram que as mulheres não desenvolvem os mesmos sintomas que os homens e são especialmente menos detectáveis.

Em uma base diária, as mulheres geralmente enfrentam expectativas diferentes das dos homens após um ataque cardíaco. Espera-se que elas se levantem mais rápido, o que pode torná-las mais propensas ao estresse.

Mais estudos são necessários para determinar o papel dos fatores psicossociais na saúde do coração das mulheres. 

Mais pesquisas são necessárias para avaliar se também existem outras razões para as diferenças entre homens e mulheres que enfrentam esta doença, talvez razões biológicas.

Conclusão

Recentemente, os pesquisadores descobriram um gene (chamado BCAR1) que predispõe algumas mulheres a doenças cardiovasculares. 

Enquanto outro estudo mostrou que após um ataque cardíaco, as mulheres se recuperam menos que os homens, devido a um maior estado de estresse gerado pela doença. 

Não se pode dizer o suficiente: o infarto é a principal causa de morte nas mulheres após a menopausa. Mata 7 vezes mais que o câncer de mama.

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